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quinta-feira, 31 de março de 2016

Relacionamento entre irmãos

O mundo é feito da mistura e interação de pessoas e grupos, a que podemos chamar de relacionamentos humanos. A sociedade existe como resultado deles, pois possibilitam companheirismo e compreensão. Através dos relacionamentos nós evoluímos, crescemos e aprendemos e, por meio deles, obtemos autoestima, identidade e um sentido para a vida. A Bíblia inteira trata de relacionamentos, tanto com Deus quanto entre os seres humanos. Alguns dos mais desafiadores são aqueles dentro de nosso circulo familiar, especialmente entre irmãos. Desde o princípio, o plano do Senhor visava que a família fosse o lugar mais indicado para que cada um desenvolvesse sua identidade, autoestima, valor próprio e o relacionamento com Deus. Nossos irmãos tem um papel importante para ajudar a determinar não apenas quem somos, mas também quem seremos.

Os relacionamentos entre irmãos também possibilitam que cada um tenha a oportunidade única de dar e receber amor, assim como de desenvolver tolerância, apreço pelos outros, habilidades de comunicação, capacidade de perdoar e uma genuína compreensão sobre o companheirismo.

A Bíblia oferece alguns princípios sobre relacionamentos entre irmãos:

  1. Devemos permitir que nossos irmãos tenham liberdade para desenvolver suas próprias características e habilidades e busquem o exclusivo chamado de Deus para suas vidas. Marta e Maria tinham personalidades muito diferentes, mas mesmo assim cada uma teve o seu relacionamento exclusivo com o Senhor (Lc 10.38-42; Jo 11.20).
  2. Não devemos criticar nossos irmãos em público, mas resolve nossas diferenças na privacidade do circulo familiar. Miriã pagou um alto preço por ter criticado publicamente seu irmão pela escolha de uma esposa (Nm 12.1-15).
  3. Devemos nos alegrar, não invejar ou hostilizar, quando coisas boas acontecem aos nossos irmãos (Lc 15.11-32).
  4. Devemos procurar fazer sempre o melhor para apresentar nossos irmãos ao Senhor e desenvolver a sua fé, como fez André apresentando Simão Pedro a Jesus (Jo 1.40-42).
Uma vez que o modo como cada irmão se relaciona com o outro é amplamente baseado na percepção que cada um tem de seus pais em relação a eles, sobre os pais pesa a grande responsabilidade de dar a todos os filhos o mesmo amor e valor, exatamente como faz nosso Pai celestial.
Mas, ao mesmo tempo, cada filho precisa ser educado de acordo com a sua capacidade e atributos individuais. 
Unidade e diversidade devem estar ligadas à união familiar e à individualidade, tudo dentro do mesmo sistema único de metas e orientação da família.

(Texto retirado da Bíblia de estudos da mulher)

domingo, 20 de março de 2016

Fotografias aleatórias de Fevereiro

Bênçãos
Dádivas de um Pai amoroso

As Bênçãos de Deus são abundantemente concedidas a todos aqueles que o seguem. Elas não são simplesmente a recompensa por uma vida devota, mas dádivas de um Pai amoroso, e não medem quem somos, mas quem Deus é. Ele promete bênçãos para aqueles que o seguem em obediência e exorta seu povo a ser uma bênção para os outros (Gn 12. 2-3).
Os cristãos precisam apenas refletir sobre suas próprias vidas para enxergar as bênçãos de Deus. Embora elas sejam experimentadas de diferentes maneiras, a provisão, a proteção e a salvação estão entre as maiores. A bondade de Deus também está aparente quando eles olham ao  redor e veem as bênçãos presentes. Saúde, família, amigos e ministérios estão entre as mais especiais. Os cristãos podem também enxergar as bênçãos futuras. Deus promete bênçãos contínuas na terra e eternas no céu.
As maravilhosas bênçãos de Deus devem ser lembradas, jamais esquecidas. O mesmo Deus gracioso que perdoa pecados, cura doenças, resgata vidas e concede misericórdia, também promete bênçãos em abundancia (Sl 103. 2-5).
O texto foi retirado da Bíblia de estudos da Mulher, espero muito que tenham gostado, um beijo e fiquem com Deus.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Músicas que acalmam a alma

Oi pessoal, na playlist de hoje eu trouxe algumas músicas que acalmam a alma, que nos transmitem aquela paz de Deus sabe? Eu gosto de ouvi-las em todo o tempo, mas principalmente quando estou triste, ou quando algo da errado ou não sai do jeito que eu quero, eu ouço e tudo fica melhor, Deus me lembra que eu não preciso ficar ansiosa, preocupada, triste, com raiva, porque Ele está cuidando de tudo e que todas as coisas, boas ou ruins, cooperam para o bem daqueles que O amam.  

Muita calma nessa alma - Marcela Taís

Não se compara - DK6
Ele continua sendo bom - Paulo César Baruk (feat. Marcela Tais)
Pra você sorrir - Marcela Taís

Os meus lábios Te louvam - Daniel Ludtke
Risco - Marcela Taís (feat. Salomão do Reggae)
Não há o que temer

Pequenas alegrias - Marcela Taís

Ser reconhecido de Deus - Renascer Praise
Espero que tenham gostado, um grande beijo e fiquem com Deus!
"Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas que, não sabes" Jeremias 33:3

quinta-feira, 10 de março de 2016

A Criação da Mulher

Oi pessoal, como todo mundo sabe, dia 8 de Março foi e é comemorado o dia internacional da mulher, hoje já é dia 10 (to um pouquinho atrasada hehe), mas eu não poderia deixar passar em branco e em comemoração a esta data tão especial para nós mulheres eu trouxe um texto sobre a criação da mulher. O texto foi retirado da Bíblia da Mulher. Eu espero que vocês gostem e possam refletir a respeito, um grande beijo e fiquem com Deus.



“E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.” Gn 2.18

Deus se identificou como o “ajudador” de Israel em Êx 18.4 e Dt 33.7, palavra essa que não detona inferioridade, pelo contrário, descreve uma função mais do que digna. Ninguém se desvaloriza assumindo humildemente o papel de auxiliador.

Como “ajudadora” do homem, a mulher se tornou sua parceira espiritual na extraordinária tarefa de obediência a Deus, de domínio sobre a terra e também foi parte vital para a multiplicação das gerações (Gn 1.28). A mulher como melhor amiga do homem deveria lhe proporcionar conforto e companheirismo (Gn 2.23-24). Ninguém poderia encorajá-lo e inspirá-lo mais do que ela, visto que foi criada para isso. A frase “auxiliadora que lhe fosse idônea” (hebr. Kenegdo, lit. “semelhante ao que estava a sua frente”) aparece somente em Gn 2 vs. 18 e 20, enfatizando a semelhança entre o homem e a mulher. Não era inferior ou superior a ele, mas igual e equivalente em sua forma física, embora com uma função diferente e distinta.

Homem e mulher foram criados á imagem de Deus; a diferença é que o homem foi formado do pó da terra e a mulher da costela do homem. Ela é a copia perfeita do homem, a mesma carne e ossos e a imagem de Deus exatamente como o homem, igual a ele em tudo (Gn 1.27). E está inseparavelmente ligada a ele através do próprio ato da Criação. A integridade de raça está assegurada (Gn 1.27-28); a dignidade e o valor da mulher estão assegurados (Gn 2.22); a base do casamento cristão está estabelecida de um modo memorável (GN 2.24).
A criação da mulher não foi uma decisão tardia. O homem foi planejado e criado física, emocional, social e espiritualmente já com a futura criação da mulher planejada e assegurada. Na realidade, Deus disse que não era bom ao homem estar “sozinho”, ele precisava da mulher (Gn 2.18). Deus criou o homem do “pó da terra”, mas criou a mulher da “costela” do homem (hebr. Tsela’, lit. “lado”).


Deus usou Adão para expressar a singularidade da mulher através de um jogo de palavras único, onde a própria linguagem reflete a unidade que Deus planejou entre o homem e a mulher. A expressão “osso dos meus ossos e carne da minha carne” (Gn 2.23) aparece em outras passagens do Antigo Testamento como indicação de um relacionamento consangüíneo. Embora Adão tenha dado nome à mulher, isso não determina que tivesse uma posição superior à dela. Na cultura oriental, o ato de dar nomes, mesmo nos dias de hoje, é significativo e na maioria dos casos denota autoridade e responsabilidade. Note, por exemplo, o ato de dar nomes aos animais (Gn 2.19-20), a mudança do nome de José por Faraó (Gn 41.45), o novo nome de Matanias dado por Nabucodonosor (2Rs 24.17) e o nome dado pelo eunuco de Nabucodonosor a Daniel e seus amigos (Dn 1.6-7). O nome da mulher é um reconhecimento de sua origem, do mesmo modo que o de Adão confirma sua criação a partir do pó da terra (Gn 2.19).     
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