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quinta-feira, 10 de março de 2016

A Criação da Mulher

Oi pessoal, como todo mundo sabe, dia 8 de Março foi e é comemorado o dia internacional da mulher, hoje já é dia 10 (to um pouquinho atrasada hehe), mas eu não poderia deixar passar em branco e em comemoração a esta data tão especial para nós mulheres eu trouxe um texto sobre a criação da mulher. O texto foi retirado da Bíblia da Mulher. Eu espero que vocês gostem e possam refletir a respeito, um grande beijo e fiquem com Deus.



“E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.” Gn 2.18

Deus se identificou como o “ajudador” de Israel em Êx 18.4 e Dt 33.7, palavra essa que não detona inferioridade, pelo contrário, descreve uma função mais do que digna. Ninguém se desvaloriza assumindo humildemente o papel de auxiliador.

Como “ajudadora” do homem, a mulher se tornou sua parceira espiritual na extraordinária tarefa de obediência a Deus, de domínio sobre a terra e também foi parte vital para a multiplicação das gerações (Gn 1.28). A mulher como melhor amiga do homem deveria lhe proporcionar conforto e companheirismo (Gn 2.23-24). Ninguém poderia encorajá-lo e inspirá-lo mais do que ela, visto que foi criada para isso. A frase “auxiliadora que lhe fosse idônea” (hebr. Kenegdo, lit. “semelhante ao que estava a sua frente”) aparece somente em Gn 2 vs. 18 e 20, enfatizando a semelhança entre o homem e a mulher. Não era inferior ou superior a ele, mas igual e equivalente em sua forma física, embora com uma função diferente e distinta.

Homem e mulher foram criados á imagem de Deus; a diferença é que o homem foi formado do pó da terra e a mulher da costela do homem. Ela é a copia perfeita do homem, a mesma carne e ossos e a imagem de Deus exatamente como o homem, igual a ele em tudo (Gn 1.27). E está inseparavelmente ligada a ele através do próprio ato da Criação. A integridade de raça está assegurada (Gn 1.27-28); a dignidade e o valor da mulher estão assegurados (Gn 2.22); a base do casamento cristão está estabelecida de um modo memorável (GN 2.24).
A criação da mulher não foi uma decisão tardia. O homem foi planejado e criado física, emocional, social e espiritualmente já com a futura criação da mulher planejada e assegurada. Na realidade, Deus disse que não era bom ao homem estar “sozinho”, ele precisava da mulher (Gn 2.18). Deus criou o homem do “pó da terra”, mas criou a mulher da “costela” do homem (hebr. Tsela’, lit. “lado”).


Deus usou Adão para expressar a singularidade da mulher através de um jogo de palavras único, onde a própria linguagem reflete a unidade que Deus planejou entre o homem e a mulher. A expressão “osso dos meus ossos e carne da minha carne” (Gn 2.23) aparece em outras passagens do Antigo Testamento como indicação de um relacionamento consangüíneo. Embora Adão tenha dado nome à mulher, isso não determina que tivesse uma posição superior à dela. Na cultura oriental, o ato de dar nomes, mesmo nos dias de hoje, é significativo e na maioria dos casos denota autoridade e responsabilidade. Note, por exemplo, o ato de dar nomes aos animais (Gn 2.19-20), a mudança do nome de José por Faraó (Gn 41.45), o novo nome de Matanias dado por Nabucodonosor (2Rs 24.17) e o nome dado pelo eunuco de Nabucodonosor a Daniel e seus amigos (Dn 1.6-7). O nome da mulher é um reconhecimento de sua origem, do mesmo modo que o de Adão confirma sua criação a partir do pó da terra (Gn 2.19).     

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